A primeira droga especificamente desenhada para a prevenção de enxaqueca foi aprovada no dia 25 de março pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). O tratamento deve chegar ao mercado com preço alto, ainda não definido.

No Brasil, o medicamento recebeu o nome de Pasurta e será comercializado pela Novartis. Nos EUA a droga leva o nome de Aimovig —fabricada pela Amgen e pela Novartis— e foi aprovada pela FDA(Food and Drug Administration) em maio do ano passado.

O tratamento consiste em uma injeção mensal do medicamento erenumabe, que bloqueia uma proteína, a CGRP, que é relacionada às crises de enxaqueca.

Não se trata de uma cura para o problema, mas estudos mostram que em metade dos pacientes que recebem a droga há uma redução de 50% nos dias de cefaleia. Segundo Luis Boechat, diretor médico da Novartis Brasil, 175 mil pacientes já fazem uso da droga.

A doença afeta 1 em cada 7 pessoas no mundo, sendo que 2% da população enfrenta enxaquecas crônicas, ou seja, com crises que ocorrem por 15 ou mais dias por mês. Algumas estimativas apontam que ela é a terceira doença mais comum no mundo, além de ser listada no ranking das dez principais causas de incapacidade.

Segundo a farmacêutica, se não houver imprevistos, a droga deve chegar ao mercado entre o final do primeiro semestre e começo do segundo.

A Novartis diz que o medicamento pode ser usada por quem tenha quatro ou mais dias de cefaleia por mês, ou seja crônica.

Apesar de ser um avanço no Tratamento da Enxaqueca, o custo da medicação poderá ser um impecílio para a população brasileira. Nos EUA, o custo anual é de cerca de US$ 6.900 por ano (mais de R$ 26 mil pela cotação atual do dólar).

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2019-04-26T11:28:41-03:00